ESG: o que é, como surgiu e como colocar sua empresa nesse caminho

ESG: o que é, como surgiu e como colocar sua empresa nesse caminho

ESG é a sigla em inglês para Environmental, Social and Governance — ambiental, social e governança. São os três critérios usados para avaliar se uma empresa gera resultado econômico agindo de forma ética e sustentável: como ela trata o meio ambiente, as pessoas e a própria gestão.

Segundo a Serasa Experian, 89% das micro e pequenas empresas já adotam alguma prática ESG, mas só 33% sabem o que a sigla significa. Neste guia, você entende a origem do conceito, o que cada letra exige e por onde começar.

Produção sob demanda de embalagens: como a impressão digital viabiliza

Produção sob demanda de embalagens: como a impressão digital viabiliza

Produção sob demanda é fabricar embalagens na quantidade que a empresa vai usar, quando ela precisa — em vez de comprar grandes lotes para estocar. Quem torna isso viável é a impressão digital: como não exige clichês nem cilindros, não há custo fixo de matriz para diluir, e tiragens pequenas ou com várias artes passam a fazer sentido.

Para quem lança produtos, testa sabores ou trabalha com várias linhas, isso muda a lógica de compra de embalagem.

Política Nacional de Resíduos Sólidos: o que muda para empresas e embalagens

Política Nacional de Resíduos Sólidos: o que muda para empresas e embalagens

A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), criada pela Lei nº 12.305/2010 e regulamentada pelo Decreto 10.936/2022, define como o Brasil deve gerir o lixo que produz. Para as empresas, o ponto central é a responsabilidade compartilhada: quem fabrica, importa, distribui ou vende um produto também responde pelo destino da embalagem depois do consumo.

O setor de embalagens está no centro dessa discussão, porque todo produto precisa de embalagem para chegar ao mercado. Segundo a Abrelpe (hoje Abrema), cada brasileiro gera em média 343 kg de lixo por ano — cerca de 80 milhões de toneladas no total.

Compostável, biodegradável e reciclável: qual a diferença?

Compostável, biodegradável e reciclável: qual a diferença?

A diferença está no destino depois do descarte. Reciclável é a embalagem cujo material pode voltar à indústria como matéria-prima. Biodegradável é a que pode ser decomposta por microrganismos, num prazo que varia de dias a anos. Compostável é a biodegradável que se decompõe em condições controladas de compostagem, virando adubo sem deixar resíduos tóxicos.

Esses três termos aparecem cada vez mais nas embalagens, mas não são sinônimos. Entender cada um ajuda a escolher a embalagem certa e a comunicar a sustentabilidade da marca sem prometer o que não entrega.

Logística reversa: o que é, como funciona e quem é obrigado a fazer

Logística reversa: o que é, como funciona e quem é obrigado a fazer

Logística reversa é o conjunto de ações que leva produtos e embalagens de volta do consumidor para o fabricante — coleta, transporte, armazenamento, reciclagem e tratamento — para que o material seja reaproveitado na cadeia produtiva ou tenha destinação ambientalmente correta. No Brasil, ela é obrigatória para alguns setores desde a Política Nacional de Resíduos Sólidos, de 2010.

Ela envolve fabricantes, varejistas, consumidores e poder público, e cada um tem um papel. Veja como o processo funciona na prática.

Responsabilidade social corporativa (RSC): o que é e como aplicar na empresa

Responsabilidade social corporativa (RSC): o que é e como aplicar na empresa

Responsabilidade social corporativa (RSC) é o compromisso voluntário de uma empresa com uma atuação ética em relação ao meio ambiente, às pessoas e à comunidade ao redor — indo além do que a lei exige e sem esperar incentivo fiscal em troca. Ela faz parte do pilar social do ESG e deve estar na cultura do negócio, não em ações pontuais.

RSC não é filantropia. É uma estratégia que incorpora preservação ambiental e prosperidade social aos valores da empresa, seguindo a máxima “pense globalmente, aja localmente”.

GS1 Brasil: código de barras, GTIN e como cadastrar seu produto

GS1 Brasil: código de barras, GTIN e como cadastrar seu produto

A GS1 Brasil é a associação sem fins lucrativos que administra no país o padrão global de códigos de barras. É ela que fornece o GTIN (antigo código EAN), o número de 13 dígitos que identifica cada produto de forma única no varejo, e mantém a rede que sincroniza os dados dos produtos entre fabricantes e varejistas.

Ter um GTIN garante que o código do seu produto não se repete em nenhum outro lugar do mundo — o que é exigência da maioria dos varejistas.

Flexografia x impressão digital: qual escolher para suas embalagens

Flexografia x impressão digital: qual escolher para suas embalagens

A flexografia imprime por meio de chapas em relevo (clichês) e é pensada para tiragens grandes e repetitivas. A impressão digital imprime direto do arquivo, sem chapas, e é a melhor escolha quando você precisa de tiragens menores, várias artes, detalhes finos e agilidade. A decisão depende de volume, variedade de SKUs e prazo.

Green bonds: o que são, como funcionam e como sua empresa pode emitir

Green bonds: o que são, como funcionam e como sua empresa pode emitir

Green bonds, ou títulos verdes, são títulos de dívida emitidos para financiar exclusivamente projetos com benefício ambiental, como energia renovável, eficiência energética e controle de poluição. Funcionam como qualquer título de dívida — o investidor empresta e recebe juros —, com uma diferença: o dinheiro só pode ser usado no projeto verde declarado, e o uso precisa ser comprovado.

Eles são uma ponte entre o mercado financeiro e a sustentabilidade: permitem que empresas e governos captem recursos para projetos ambientais e que investidores direcionem capital para iniciativas de impacto.

Tendências em embalagens: 10 movimentos que estão mudando o mercado

Tendências em embalagens: 10 movimentos que estão mudando o mercado

As principais tendências em embalagens giram em torno de três eixos: sustentabilidade, com menos material e mais reuso; tecnologia, com QR codes e compra digital; e experiência, com design minimalista, acabamentos táteis e personalização. Elas refletem um consumidor mais preocupado com o meio ambiente, mais conectado e que espera se relacionar com as marcas.

Conhecer esses movimentos ajuda a sua empresa a antecipar mudanças, em vez de correr atrás delas.