Cafezinho brasileiro: consumo, cafés especiais e o valor por trás da xícara

Cafezinho brasileiro: consumo, cafés especiais e o valor por trás da xícara

“O café coado sai R$ 16, se for microlote, ou R$ 21, se for do tipo raridade.” É assim que o barista — não o garçom — convence o cliente a provar um grão de Carmo de Minas (MG), da variedade catiguá. O café que parece caro no Instagram carrega uma história de produção que ajuda a explicar a singularidade socioeconômica do Brasil, onde o café é muito mais do que tradição.

O brasileiro bebe de quatro a seis xícaras de café por dia. É a segunda bebida mais consumida no país, atrás apenas da água.